domingo, 12 de setembro de 2010

Brincando de Deus ou Mecânismo Natural?


Adaptação, mutações, seleção natural: são três coisas que hoje no mundo não contam como sobrevivência.
O homem ao entrar na sociedade tecnológica, criou uma fortaleza que o protege dos males da natureza. Se por acaso um homem tecnológico entrar na natureza, talvez ele tenha alguma mutação genética que não o deixe viver, morra e conseqüentemente seus caracteres não sejam passem para a geração seguinte.
Entretanto, não podemos considerar isso ruim, podemos considerar a sociedade tecnológica uma “adaptação” do ser humano, é um dos diferenciais dele para com os restantes dos animais, vivem em sociedade e compartilham conhecimento, que por sua vez pode ser arquivado e ganhar continuidade, nasce, logo, a “adaptação instantânea”.
Pegaremos como exemplo, uma virose, tendo como vetor o próprio pernilongo de n espécie e em nível regional poderia dizimar quase toda a população e ainda corrermos o risco de espalhar para as cidades vizinhas. Porém, podemos criar medidas de emergência, tal qual o uso de repelente, inseticida, campanhas de vacinação, isolamento dos doentes e etc.
Vemos que a comunidade local irá se mobilizar para a sua sobrevivência no geral, todos tem o conhecimento de uma epidemia, têm documentos que evidenciam isto no passado, medidas contra uma epidemia e consciência dos riscos.
Obviamente, o homem não solta um repelente e/ou um inseticida natural, mas temos uma linguagem, nossa comunicação para com o próximo, ou seja, pode-se avisar sobre uma epidemia, passar instruções, o que possibilita o que afirmei de “adaptação instantânea”.
Se proponho um nome, tenho de ter uma explicação.
Tenho esse nome de “instantânea”, pois se para uma adaptação ocorra milhares de anos de seleção natural, uma medida que possa salvar vidas, tal como uma vacina que foi criada em uma semana é “instantânea” em comparação ao modelo anterior, “adaptação instantânea”.

Não ignoro a estupidez humana, mas nesta equação, a variável deve ser tratada de forma especial, não banal como ocorre no mundo não-literário.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Pertinente

Ao contrário do que se pensa muitas vezes, a hipocrisia é algo explícito para todos, só que dançamos de acordo com a música.

É impossível determinar a "origem do mal" ou se é natural do ser humano, segundo alguns, porém o que importa é que está enraizado este sistema de pensamento, com certo teor de falta de escrúpulos. Ora, se afirmo isso, devo, então, identificar a causa.

A adaptação do discurso é o que mais implica neste "fenômeno", quantas pessoas vivenciam isso, ter um determinado modo de falar com tal grupo de pessoas ou até com uma pessoa em si. Entretanto, custo acreditar que o que em muitos significa "adaptação" acaba por virar "múltipla personalidade", pelo preço de entrar em discordância com alguém, escolhe-se a concordância com o próximo, você não mais adapta a forma da fala, mas o próprio pensamento.

Nasce, logo, a hipocrisia.

As pessoas percebem que há a contradição em função da convivência, doentio ao pensar desta forma, porém é algo pertinente e aparenta ser necessário.

Levando uma frase popular: "Ninguém gosta de ser criticado", mostra a imaturidade de muitos perante as discussões e pura casmurrice das mesmas.

O ego mais uma vez presente.
O nosso amigo Ego, aparece na discussão sem ter sido chamado, ou seja, leva-se muitas vezes a crítica para o lado pessoal, inviabilizando-a e tornando cada vez mais raro uma discussão decente entre as pessoas, principalmente entre a população jovem, em que seus ideais estão a flor da pele e muitas vezes defendem com a própria alma.

Falta a imparcialidade em discussões.

É um sistema universal, o que posso fazer?

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Abertura e verificação do corpo

Tudo o que eu crio parece ser natimorto, talvez pelo meio ou pessoas que fazem a minha cabeça. O que importa que todo canal que abro para expor o que eu penso, há sempre um obstáculo para a continuação, desde meu primeiro blog até um canal no youtube, diversos contra-tempos.
O que importa, imagino eu, é a minha persistência. Tentarei manter este de uma forma um pouco mais cautelosa, com um pouco mais de propaganda, sempre odiei isso, mas acho necessário, visto que algo na internet é como uma bola no espaço, só vai se mover com uma força inicial, mas pelo menos se mantem por inércia.